Caso Bulbol: acidente sem perícia e com acionamento tardio da polícia após atropelamento.
O atropelamento de Angela Bulbol, ocorrido por volta das 15h de sexta-feira (20), dentro do condomínio Ephigênio Sales, onde ela morava, não terá o laudo da perícia do local do acidente.
Conforme o delegado da Delegacia Especializada em Acidente de Trânsito (DEAT) Temistocles de Alencar, a perícia e a Polícia Civil só foram avisadas do acidente horas depois de ter ocorrido. “Quando chegamos ao local, não havia mais nada, a vítima e a suspeita do atropelamento não estavam mas no local e nem o veículo envolvido”, disse Alencar.
De acordo com o delegado, o carro que atropelou Ângela, um Mercedes prata de placa RGN-5C85, que estava sendo dirigido pela advogada Monica Melo, nem chegou ser apreendido.
As investigações estão em andamento. Até ontem, Monica Melo não havia se apresentado para ser ouvida sobre o atropelamento e morte de Ângela Bulbol. De acordo com o delegado, inicialmente ela será indicada em inquérito policial pelo crime de homicídio doloso, que é quando o autor não teve a intenção de matar.
A informação é que Monica está em sua casa ainda muito abalada emocionalmente. Após o acidente ela teria entrado em choque e foi levada para o hospital Santa Júlia.
