Marcelo Ramos participou da “Jogada” ou foi “Leseira Baré” e ainda Assembleia faz corpo mole e livra Joana D’arc de julgamento


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Marcelo Ramos quer justificar o injustificável

O Congresso Nacional aprovou o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022. O texto previu a ampliação de recursos para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, famoso fundo eleitoral destinado ao financiamento de campanhas políticas. Criado em 2017.

Jogada de Mestre ou raposas

No último ano eleitoral, o valor de R$ 2,03 bilhões foi definido internamente pela Comissão Mista de Orçamentos, porém esse ano numa bela jogada orquestrada pelo “Chamado Alto Clero” e com a participação direta do deputado amazonense Marcelo Ramos – vice – presidente da Câmara Federal, os valores saltaram para R$ 5,7 bilhões. Apesar de usar a mídia local e as redes sociais para justificar a sua participação no “Esquema” Ramos era ciente e participou da “jogada”.

 

Foi Convencido ou foi “Leseira Baré”
 

Duas situações podem ter acontecido com o deputado amazonense, que já foi comunista, socialista e agora é liberal. Primeiro, um grupo de deputado, aquele conhecido como “alto” clero, tramou a aprovação deste absurdo aumento do Fundo Eleitoral e convenceu nosso nobre parlamentar e conscientemente Marcelo Ramos, participou da jogada, pois se acha o mais inteligente, mas não passa de “Marinheiro de primeira viagem” e foi engolido.


Segundo sem experiência e querendo mostrar serviço, Ramos na sua “Leseira Baré”, e alta arrogância peculiar, querendo mostrar que entende do comando da casa, vacilou e quando percebeu tinha o Fundão aprovado na conta dele.

 

Veta a Leseira de Ramos

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que deve vetar o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional, com a jogada de Marcelo Ramos para instituir fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões aos partidos nas eleições de 2022. Bolsonaro disse que é uma cifra enorme, que no entender dele, está sendo desperdiçada.  Afinal de contas, temos que conviver em harmonia com o Legislativo, mas nem tudo que eu apresento ao Legislativo é aprovado e nem tudo o que o Legislativo aprova, ele tem a obrigação de aceitar. Disse o presidente.

Meu Nome é corrupção (Wilson Lima segue a saga)

 

A sina do Amazonas não pára mesmo e o Governo Wilson Lima segue a saga de corrupção dia após dia, sem ninguém, para dá um freio. Sabe aquela empresa envolvida em venda superfaturada de respiradores, acaba de ser homologada, para fornecer seis copeiros, 3 garçons e um líder de serviços, todos do sexo masculino, para atender as necessidades da Sede do Governo do Estado do Amazonas, por R$ 366,8 mil.


Depois dos respiradores na loja de vinhos, a Casa Civil do governo do Amazonas homologou licitação, na modalidade pregão Eletrônico, no valor de R$ 366,8 mil, para contratação de copeiros e garçons, à empresa Perfil Saúde Atividade Médica Ltda., inscrita no CNPJ 19.170.575/0001-80. Alguma coisa está errada nesse mundo, para a compra de respiradores, ele vai na loja de vinhos, para, serviços de copeiros e garçons, ele contrata a empresa de saúde.

Naveca de Novo

A empresa, pertence Robert Moreira Naveca,  acusado pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM) de operar, em esquemas de desvio de dinheiro público no interior do Estado, inclusive com venda “superfaturada” de respiradores pulmonares para pacientes de Covid-19.

No ano passado, o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) recomendou ao prefeito de Jutaí, Pedro Macário Barboza, que suspendesse imediatamente o pagamento de R$ 130 mil por um respirador fornecido pela empresa R. M. Naveca, para tratamento de pacientes com Covid-19.

Corporativismo impera na Aleam

Os deputados estaduais do Amazonas, mais uma vez mostram que brincam com a cara do povo e se defendem, quando o calo aperta entre eles. Um exemplo é o relatório do processo por quebra de decoro parlamentar da deputada Joana D’arc (PL), a Deputado acusou os parlamentares de terem recebido dinheiro, para antecipar e eleger o novo presidente da casa Roberto Cidade. Após a eleição Joana D’arc foi para a tribuna e acusou o deputado Roberto Cidade (PV) de oferecer R$ 200 mil para cada colega de plenário, que votasse a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que alterava as regras de eleição da Mesa Diretora, no final do ano passado. Naquela altura todos os parlamentares se rebelaram, mas agora parece que já está tudo certo entre eles. O relatório que já foi concluído há quase oito meses, só será apresentado após o fim do recesso parlamentar da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que iniciou dia 17 vai durar 15 dias.

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