Operação Sangria: Ex- secretaria de comunicação Daniela Assayag não foi alvo
A ex - secretaria de comunicação do Estado do Amazonas a jornalista Daniela Assayag não foi presa como foi noticiado pode vários órgãos de comunicação hoje pela manhã em Manaus, na deflagração da segunda fase da operação Sangria
O trabalho realizado pela Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF)tem a finalidade de aprofundar as investigações que apuram possíveis irregularidades em contrato celebrado por dispensa de licitação e em caráter emergencial pela Secretaria de Saúde do Amazonas (SUSAM). A policia apurou que a SUSAM pagou R$ 2,9 milhões a uma loja de vinhos por 28 ventiladores pulmonares para tratar de infectados pelo novo coronavírus.
As investigações descobriram que a aquisição foi a valores muito superiores aos de mercado, apontando para superfaturamento e direcionamento à empresa contratada. Além disso, os equipamentos foram considerados “inadequados” para pacientes com Covid-19, segundo o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CREMAM).
A polícia federal cumpriu busca e apreensão na Susam e na sede do Governo do Amazonas.foram presos o ex-secretário de Saúde Rodrigo Tobias de Souza Lima, a ex-secretária executiva de Saúde da capital Dayana Priscila Mejia de Souza, o engenheiro clínico Ronald Gonçalo Caldas Santos, o marido da ex-secretária de Comunicação Daniela Assayag, Luiz Carlos Avelino Júnior, e o empresário Gutemberg Leão Alencar.. A ex - secretaria citada não foi presa.
A Polícia Federal também cumpriu buscas e apreensões contra seis investigados na Operação Sangria. As medidas cautelares, que incluem o sequestro de bens e valores dos investigados, foram determinadas pelo ministro Francisco Falcão, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e requeridas pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo.
