ASSAI Atacadistas destrata consumidor, Felipe Souza Perde e CPI da Saúde esta de Volta
Assai, Passa aí, Passa Longe
A rede atacadista ASSAI, instalada há alguns anos em Manaus, trata o consumidor como lixo. Além dos preços absurdos e altos, bem diferente de grande parte dos concorrentes, obriga o consumidor a comprar a sacola, para embalar os produtos comprados nas lojas do grupo. Caso o cliente não compre, existem duas opções, levar as compras nos braços ou catar caixa de papelão dentro da loja, para armazenar as compras.
Passa Longe a Comissão do Consumidor
Não sendo o bastante, a rede ASSAI, não disponibiliza empacotadores e como acontece em outros estabelecimentos, onde o caixa que registra e cobra as compras empacota, no ASSAI, o próprio consumidor tem que fazer esse papel, um verdadeiro desrespeito a população. A Assembleia Legislativa do Amazonas mantém um Comissão de Defesa do Consumidor, que infelizmente não atua, ou por falta de competência mesmo, ou interesse.
CPI da Saúde está de volta
Apesar de todo o esquema montado pelos deputados apoiadores do Governo do Estado, para frear as investigações nos gastos durante a pandemia, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde está de volta e na próxima sexta-feira (26), às 10h, vai retornar com os depoimentos das testemunhas no caso da compra de respiradores pelo governo do Estado em uma loja de vinhos. Já foram ouvidos o sócio-administrador da FJAP Cia. LTDA, Fábio José Antunes Passos, e o ex-chefe do Setor de Projetos da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam), Caio Henrique Faustino da Silva.
Deputado pediu a Suspensão
A CPI havia sido suspensa após uma concessão da liminar, reivindicada judicialmente pelo deputado Felipe Souza, que alegou ato supostamente ilegal praticado pelo presidente da Aleam, deputado Josué Neto, no ato de designação dos membros da referida Comissão Parlamentar de Inquérito. O desembargador Ernesto Anselmo Queiróz Chíxaro concedeu liminar provisória suspendendo os trabalhos da Comissão. A liminar foi derrubada agora e o trabalho volta a CPI já revelou que governo do estado recusou proposta de empresa com preço de respiradores mais barato.
Caso do policial que matou cachorro a tiros foi esquecido
Na noite de 24 de maio o cão Charles por volta das 23h45, foi baleado com dois tiros efetuados por policiais militares em uma ação na rua Quatro, na quarta etapa do bairro Jorge Teixeira, na Zona Leste de Manaus. O dono do cão, Alex Sanderson Batista, que lutou pela vida dele até o último suspiro do animal que faleceu em uma clínica veterinária na madrugada, denunciou o descaso e o despreparo de policiais que resultou na perca do amigo querido.
Conforme Alex Sanderson, ele estava na residência da família junto com os pais idosos, quando por volta das 23h45, ouviu dois tiros. Ao se assustar com o barulho, decidiu abrir a porta do quintal e se deparou com dois policiais militares e o cão baleado dentro da casinha dele. Apesar da denúncia, ninguém sabe quais decisões e providencias foram tomadas pelo comendo da PM e pela própria justiça. Na verdade, o caso foi esquecido.
