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Ainda existe muito preconceito namorar uma pessoa com alguma deficiência

Ainda existe muito preconceito namorar uma pessoa com alguma deficiência

miss bumbum

Dai Macedo faz cursos para ser apresentadora de TV. Rafael Magalhães é advogado,Juntos, os dois tinham tudo para ser mais um casal feliz como qualquer outro se Não fosse por um detalhe: ela, atual MISS BUMBUM,, namora um cadeirante. Quando a notícia estourou na mídia, foi o suficiente para vários seguidores da modelo encherem os dois de críticas. “Coitado do cara, fica só no desejo, ela é muito sacana” foi um dos comentários mais leves que surgiram.

O namorado dela virou cadeirante depois de um grave acidente de carro, que aconteceu dez anos atrás. Para Glamour, Dai falou sobre o preconceito vivido por ela e Rafael: “As pessoas são muito desinformadas. O Rafa é bem independente, trata tudo com tanta naturalidade, faz tudo sozinho (academia, compras, etc) às vezes até esquecemos que ele é cadeirante”.

Dai e Rafael se conheceram há oito meses, quando o advogado a adicionou no Facebook e marcaram encontro. Na época, ela ainda nem era Miss Bumbum. Quando venceu o concurso, estavam juntos e ele ficou orgulhoso da namorada. "Ele me apoia em tudo, como agora que estou fazendo um curso de apresentadora de TV - quero mostrar que não sou apenas bonita, mas também inteligente. Rafa e eu temos uma relação muito boa e planos de casar. É com ele que quero ficar", diz a modelo, apaixonada. Em seu perfil do Instagram, uma foto mostra o clima "love is in the air" dos dois, com a legenda: "Cuide de quem corre ao seu lado e de quem te quer bem. Essa é a coisa mais pura".

Ao contrário da crítica, a sexualidade não é um tabu. “Na cama, fazemos tudo normalmente, não temos problema nenhum com isso. Não sei porque teria de ser. Os cadeirantes conversam com seus médicos para descobrirem seus pontos mais sensíveis do corpo na hora "H" para, com isso, terem relações normais. As pessoas precisam mesmo é se informar antes de sair falando bobagens por aí. Mas resolvemos não nos abalar mais com isso. O sentimento fala bem mais alto do que o preconceito”.