Rinite não tratada pode levar ao ronco, apneia, asma e até mau hálito
Nariz é a região das vias respiratórias superiores mais suscetível a infecções. Quando isso acontece, logo vem a congestão nasal e a coriza. Esses sintomas estão na lista das queixas mais comuns nos consultórios médicos, mas além de um simples resfriado, eles também podem sinalizar a presença de outra doença, a rinite. Definida como um processo inflamatório ou infeccioso da mucosa que reveste o nariz, ela pode ser aguda ou crônica, ou seja, ter curta ou longa duração. As principais causas da enfermidade são as infecções virais e alergias. A do tipo não alérgica tem início frequente após os 20 anos, especialmente entre as mulheres, e acomete cerca de 1/3 da população mundial.
Quem tem rinite alérgica precisa entender que essa manifestação tem um componente alérgico que se manifesta sempre que se tem contato com determinado agente. Por isso é tão importante saber o que pode desencadear uma crise para evitar, o máximo possível, esse contato. A adesão ao tratamento, que pode incluir uma estratégia para melhorar a sua resposta imunológica, além da lavagem nasal, reduz o incômodo dos sintomas, mas tudo isso não muda sua propensão genética. Saber disso igualmente ajuda a ser mais constante nos cuidados diários e médicos. Neste último caso, eles devem ser periódicos.
