Amazonense produz azeite em Portugal e faz sucesso no Brasil
Chef Dedé Parente comercializa e utiliza azeite de qualidade em suas receitas-
O azeite de oliva é um alimento que acompanha o homem há milênios. Em Portugal, atualmente o segundo maior produtor mundial de azeite, encontra-se a Ourogal fazenda que existe há mais de 150 anos, onde é produzido o legítimo Azeite Dedé, desde 2017.
Ao considerar o bem-estar alimentar das pessoas que consomem azeite e as delícias da gastronomia que podem ser preparadas com o produto, o chef Dedé Parente faz parceria com a Ourogal, marca de prestígio que produz azeites de categoria superior mantendo a riqueza de sabores e aromas inatos às azeitonas, cultivadas por meio de agricultura sustentável, no qual o resultado é um sumo 100% natural
*Qualidade*
O Azeite Dedé carrega em seu DNA os sabores refinados das oliveiras Galega e Cobrançosa. “O azeite extraído dessas variedades tem características complexas no seu paladar. O frutado de maçã, a frescura de herbáceos e a persistência de frutos secos (tipo amêndoa ou noz) fazem da mistura deste azeite uma personalidade distinta e diferenciada dos outros azeites”, explica André Luís Lopes, especialista em azeites e produtor da Ourogal.
O produtor esclarece ainda que o frutado do azeite são as sensações olfativas e sensoriais na boca que se relacionam com frutas, legumes ou outras sensações, tipo manteiga, chocolate, pimentas, etc.
De acordo com o especialista, a qualidade do Azeite Dedé é proveniente de seu processo de produção, que conta com a primeira extração, prensagem a frio, e baixíssima acidez, bem como com as características de um bom azeite, como ser extraído de azeitonas saudáveis e frescas.
“O extravirgem, extraído de azeitonas sãs e frescas, com acidez até 0,8%. Mas atenção, um azeite com 0,2% ou 0,5% podem ser só virgens e não extravirgem. O que vai mandar é a prova sensorial, ou seja, se o azeite está equilibrado e não tem defeitos no sabor”, destaca André.
*Alerta*
Na contramão de notícias de fraudes de azeites no Brasil, o especialista André Lopes alerta que é um crime grave contra o bem-estar alimentar dos consumidores. “Um azeite fraudado normalmente é uma mistura de óleos que nada tem a ver com o sumo da azeitona”, explica.
Ele ainda esclarece que normalmente esses azeites fraudados apenas apresentam uma porcentagem mínima de óleo de bagaço de azeitona (azeite refinado) e o restante, mais de 90%, de outros óleos vegetais, em sua maioria alterados.
Culinária
Com a procedência de qualidade garantida, o Chef Dedé Parente afirma que além de comercializar os Azeites produzidos pela Ourogal, o produto refinado também faz parte da lista de prioridades para preparar todos os pratos do cardápio que são oferecidos na rede de lojas Cachaçaria do Dedé.
Durante viagem a Portugal, em encontro com o produtor da marca Ourogal, André Lopes, o Chef Dedé preparou alguns pratos típicos da Amazônia que conquistou o paladar dos portugueses, como o Tambaqui grelhado com Azeite Ourogal, acompanhado de tucupi, jambu e farinha do Uarini.
Ourogal
A fazenda de onde são colhidas as azeitonas das Oliveiras em solo propício e tratadas de forma especial existe há mais de 150 anos na família. O produtor da marca, André Luís Lopes, que está na atual gestão da empresa há mais de 20 anos, afirma que a Ourogal alia a experiência com a mais moderna tecnologia e produz apenas azeites extraídos a frio.
“Controlar todo o processo desde a colheita ao engarrafamento, permite à Ourogal garantir de uma forma constante, não só um azeite equilibrado medianamente frutado, leve e persistente, mas também a segurança dos azeites da marca”, explica o produtor da marca, André Luís Lopes.
Além disso, o azeite Ourogal tem recebido o reconhecimento dos melhores chefs e concursos do mundo, alguns dos quais New York IOOC, AVP em Paris e Mario Solinas em Madrid.
No espaço do campo de plantação e colheita das oliveiras se encontra a intitulada “Oliveira do Mouchão” (nome regional em Portugal), que tem 3350 anos, e foi considerada desde 2016 como “Árvore de interesse público por aviso nº 4 de 02/01/2007 da direção-geral dos recursos florestais”.
