Bárbara Evans sobre a mãe: “Os médicos pediram para eu me afastar”

Aos 22 anos, Barbára Evans posa para um ensaio exclusivo para o site de QUEM na Praia Vermelha, na Urca, tradicional ponto turístico do Rio de Janeiro. Ao pé do Pão de Açúcar e reconhecida por fãs que passam no local, a filha da ex-modelo Monique Evans abre o coração e conta que teve que se afastar da mãe, diagnosticada recentemente com transtorno borderline, distúrbio que leva à dificuldade de relacionamento, oscilações de emoções e sentimentos e sensação de vazio, a pedido dos médicos.
“Convivi com isso desde pequena, só que ninguém nunca soube o que era, acreditava-se que era depressão apenas”, explica a jovem, que conta ter sido o “bebezinho” de Monique. “Sempre fui mimada”.
Em uma entrevista franca, Bárbara fala sobre o término do romance com o modelo Mateus Verdelho, iniciado durante o confinamento no reality show “A Fazenda”, que lhe rendeu o prêmio de 2 milhões de reais. Agora, diz, seu foco é a carreira. “Quero ser apresentadora de TV”.
MATEUS VERDELHO
“O namoro acabou porque estamos os dois com agenda muito corrida. Não teve briga, não teve nada. Mas lá dentro (do reality show) é um conto de fadas, éramos eu e ele. Tudo atrapalhou aqui fora. O mundo assistiu à gente, então o mundo se sente no direito de opinar. Não me arrependo de nada do que faço. Não mudaria nada, aproveitei 100% tudo... Não tenho um padrão de beleza. Quando que poderia imaginar que ia me interessar pelo Mateus, todo tatuado e com dente de ouro?”
GRAVIDEZ
“Não pensei que estivesse grávida (durante o programa). E se estivesse, não teria problema. Tenho o sonho de ser mãe, casar e ter família grande, mas não agora. Estou com 22 anos. Adoro criança e tenho duas irmãs, Clara, 10 anos e Alice, de 4, por parte de pai, que são os amores da minha vida.”
PAI
“Meu pai, José Clark, é tranquilo. Ele disse que estava orgulhoso de mim e feliz por ter crescido tanto em tão pouco tempo. Está me ajudando com a carreira, diz comecei a ouvi-lo agora. Sempre fui de bater a cabeça, errar e cair lá de cima. Pensei ‘por que não ouvir as pessoas que amo?’ Depois de quedas e levantadas, comecei a ouvir meu pai.”
MÃE
“Ela está de namoradinho novo (o jornalista Bruno Voloch), é legal, tem que mais que ser feliz mesmo. Torço pela recuperação dela. A gente está dando o máximo de amor e de carinho, tudo o que a gente pode dar. Nada vai faltar para o tratamento. Minha mãe sofre de transtorno borderline e convivi com isso desde pequena, só que ninguém nunca soube o que era, acreditava-se que era depressão. Como a crise da minha mãe foi relacionada comigo, e eu que tive que levá-la para a clínica, os médicos pediram para eu ficar afastada. Mas estamos bem, e ela está se tratando, levando tudo a sério, tomando remédio direitinho.”
