Wilker diz que vai manter os cargos criados no recesso e Bica é privatizada

Wilker Barreto é questionado
Logo no primeiro dia de trabalho na Câmara Municipal de Manaus, o presidente da casa Wilker Barreto (PHS), foi questionado pela criação de 45 novos cargos que representarão no fim do mês R$ 197,5 mil a mais na folha da Casa. São 40 cargos de assessor legislativo, com salário de R$ 3.078,00; um de Diretor Geral (R$ 16.078,00); um de Diretor de Recursos Humanos (R$ 15.078,00); um de Secretário Executivo da Presidência, um de Secretário Executivo da Diretoria Geral (R$ 15.078,00, cada); e um de Contador, com salário de R$ 10.078,00. Em decisão unilateral ele afirma que não volta atrás e o povo que vai paga r a conta.
Banda da Bica o Carnaval Público que privatizou
Tombada como patrimônio Cultural a Banda Independente da Confraria do Armando a Banda Bica, deixou de ser uma brincadeira para os foliões amazonenses, que gostam de marchinhas e samba. A banda é sem dúvida tradicional em manter esse ritmo e ficar fora daquelas bandas que insistem em forró e Funk, porém um problema na Banda vem chamando a atenção a cada ano, a Privatização do Espaço Público.
Sem comparações
Não gosto de fazer comparações com nenhum outro carnaval, pois acho o de Manaus um dos melhores, porém não se vê Brasil afora, bandas de rua cercadas e privatizadas onde o folião é obrigado a lhe dar com preços exorbitantes dos produtos comercializados no local, como agua, refrigerante e cerveja.
Apoio Público
Como a Banda é tombada ela recebe apoio do poder público e por isso não deveria cobrar de barraqueiros pelo espaço e carca a praça para evitar que pessoas comuns levarem sua geleira e sua cerveja. A revista como forma de segurança é salutar é aplaudida, agora proibir a população de optar em comprar ou levar qualquer tipo de bebida, claro não sendo em vidro, para um espaço público denigri a imagem dessa banda.
Fiscalização zero nos ensaios
Outra situação que denigri e esta afastando as pessoas dos ensaio da Bica a cada ano, são as pessoas sem noção que estacionam carro com som (turbinados) e colocam musicas como funk e forró obrigando as pessoas ouvirem esse lixo musical. Nada contra com quem gosta, mas carnaval é outra coisa. O pior que uma lei municipal proíbe esse tipo de poluição sonora, porém não tem fiscalização nenhuma.
