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Primeira campeã gay do UFC, Amanda diz: “Incrível, sou feliz comigo mesma”

Primeira campeã gay do UFC, Amanda diz: “Incrível, sou feliz comigo mesma”

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Amanda Nunes fez história duplamente no UFC 200, que aconteceu neste sábado, em Las Vegas (EUA). Ao finalizar Miesha Tatecom um mata-leão no primeiro round, a baiana tornou-se a primeira campeã brasileira da história da organização, e, também, a primeira lutadora assumidamente gay a faturar um cinturão. 

Na coletiva pós-luta, a brasileira mostrou orgulho de sua sexualidade e agradeceu à sua namorada, Nina Ansaroff, companheira de American Top Team e lutadora da categoria peso-palha do Ultimate.

- É incrível (ser a primeira campeã gay), sou feliz comigo mesma. É isso o que importa. Nina é a melhor parceira de treinos da minha vida. Ela vai ser a próxima campeã dos palhas, podem ter certeza. Ela tem muito talento e significa tudo para mim. Me ajuda demais. Eu a amo. 

Amanda disse ainda que sua estratégia contra Miesha era esperar o momento certo de atacar. Conhecida pela queda de ritmo no decorrer dos rounds, ela afirmou também que seguiria bem caso o duelo passasse do primeiro assalto. 

- Meu plano era trabalhar minha paciência. Meu camp foi todo trabalhado nisso. Eu sabia que tinha tudo para vencê-la. Eu só precisava esperar pelo momento certo, e fiz isso essa noite. (...) Eu estava muito pronta para essa luta. Depois que passasse do primeiro round eu seguiria forte. Com certeza eu entraria forte no segundo assalto. voltar a vegas foi incrível, fui aclamada.