Luiz Castro cobra Ibama, Ipaam e Defesa Civil sobre medidas de proteção dos vazamentos de oleoduto no Peru

O presidente da Comissão de Meio Ambiente (Caama), Luiz Castro (Rede) questionou o Ibama, o o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e a Defesa Civil Estadual sobre as medidas de precaução que estão sendo realizadas para evitar ou conter os possíveis danos ambientais na bacia hidrográfica do Alto Solimões.
Os vazamentos ocorridos recentemente no principal oleoduto no Peru causaram derramamento de três mil barris na bacia do rio Marañon, um dos afluentes do rio Amazonas, segundo o Organismo de Avaliação e Fiscalização Ambiental do Peru (Oefa), por isso a preocupação de Luiz Castro.
“Embora o local do vazamento se encontre a quilômetros de distância da entrada do Rio Amazonas no Brasil, as chuvas fortes que ocorrem na Amazônia Peruana atrapalharam os esforços iniciais da Petrolífera peruana (PETROPERU) para conter os danos e o petróleo ultrapassou os muros de contenção, se espalhando pela bacia hidrográfica, havendo trechos da floresta encharcados em lama negra com riscos de contaminação das fontes de água”, assinalou.
Nos ofícios enviados, o parlamentar solicitou informações sobre a possibilidade de ocorrer danos ambientais na bacia hidrográfica da região e que medidas preventivas estão sendo realizadas para evitar ou conter a situação e, em consequência, os evitar reflexos na saúde dos amazonenses.
