logo Amazônia ON
Notícia

Presidente Wilke Barreto assina aval para faltas de vereadores

Presidente Wilke Barreto assina aval para faltas de vereadores

002465231

 

O presidente da Câmara Municipal de Manaus Wilker Barreto, que fala tanto em moralização, só fala. Ele aprovou no Regimento Interno da CMM, no artigo 107, que caberá à Mesa Diretora aceitar, ou não, as justificativas de falta dos vereadores nos casos de doença, própria ou de parentes, acompanhada de atestado médico, e pelo motivo de força maior. Também são justificadas as ausências legais por conta de serviço ou missão de representação da Câmara Municipal, as licenças maternidade, paternidade ou por adoção, com previsão no artigo 54 da Lei Orgânica de Manaus (Loman).

Wilker só fala

Há quase três anos sendo restaurado, o novo Regimento Interno da Câmara Municipal de Manaus (CMM) foi aprovado, dia 9, por unanimidade do plenário. Wilker Barreto deixou de fora esse ponto, as justificativas apresentadas pelos parlamentares ausentes do plenário. Com isso os vereadores vão poder continuar faltando sem ter que dar justificativa plausível. Parabéns Presidente

A culpa é de quem afinal

 

Quarta-feira, dia 9 de dezembro, foi mais um dia de sofrimento dos trabalhadores usuários do transporte coletivo, não bastasse os dias normais, quando o transporte é ruim, quarta o que se via era os pontos lotados e os trabalhadores não conseguindo se deslocar de casa para o emprego ou vice-versa

Os trabalhadores do transporte cruzaram os braços porque estão, mais uma vez, com salários atrasados. Os donos de empresas de ônibus dizem que não pagam os trabalhadores porque a Prefeitura de Manaus, há sete meses, não repassa o subsídio do transporte coletivo. Na verdade R$ 1 milhão por mês que sai dos cofres públicos para garantir que os empresários continuem com direito de massacrar o povo dessa forma.

Empresário usam trabalhador como Massa de Manobra

Os motoristas e cobradores são na verdade usados como massa de manobra pelos empresários com a conivência de um sindicato sujo e sem respaldo, que conduz a entidade com mandado judicial e que a  representatividade começa a ser  contestada, pelos próprios trabalhadores. existe uma clara intenção das empresas e do Sindicato dos Motoristas de  provocar o caos e constranger as autoridades.