De Prior a Virginia: os influencers na mira do MPDFT por divulgar bets
Desde o início de 2026 o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) vem intensificando o combate contra a divulgação de jogos de azar por parte de influenciadores digitais. Nessa quarta-feira (8/7), por exemplo, o órgão protocolou ação civil contra Virginia Fonseca e a plataforma Blaze, e descreveu a parceria entre a dupla como “conluio predatório”.Na peça, o MPDFT pediu que a influenciadora e a casa de apostas sejam condenadas a pagar um valor mínimo de R$ 120 milhões por danos morais coletivos. Conforme consta na ação, Virginia atuaria como “braço operacional” da Blaze.Meses antes, o ex-BBB Felipe Prior também entrou na mira do MPDFT e virou réu na Justiça após ser denunciado por crimes contra as relações de consumo e por “abuso da boa-fé para convencer vítimas a realizarem apostas ou especulação prejudiciais” – previsto no artigo 174 do Código Penal.A defesa de Virginia Fonseca rebateu as acusações. Segundo nota, a ação civil “deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora”. Felipe Prior foi procurado, mas não respondeu até a última atualização do texto. O espaço segue aberto.
