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Bioeconomia e crescimento: Pedro Monteiro assume o desafio de transformar a indústria de alimentos no Amazonas

Bioeconomia e crescimento: Pedro Monteiro assume o desafio de transformar a indústria de alimentos no Amazonas

Bioeconomia e crescimento: Pedro Monteiro assume o desafio de transformar a indústria de alimentos no Amazonas

Com o foco voltado para a inovação, sustentabilidade e ampliação da representatividade, o empresário assume o triênio 2026-2029 à frente do SIAM.

O setor industrial do Amazonas reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento regional na manhã desta quinta-feira (23). Em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), o empresário Pedro de Faria e Cunha Monteiro foi reconduzido à presidência do Sindicato das Indústrias de Alimentação de Manaus (SIAM) para o triênio 2026-2029.

A solenidade, conduzida pelo presidente da FIEAM, Antonio Silva, não foi apenas uma formalidade de posse, mas um sinal claro de que o setor busca uma nova fase de expansão. Para os próximos três anos, a pauta é ambiciosa: transformar o SIAM em um hub de força para as indústrias locais, com um olhar atento à bioeconomia e à valorização dos ativos da biodiversidade amazônica.

O foco: bioeconomia e escala

Um dos pontos centrais da nova gestão é elevar o patamar da indústria alimentícia local. O secretário de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Gustavo Igrejas, destacou que o governo estadual vê o SIAM como um parceiro estratégico, especialmente no cenário da bioeconomia. A ideia é simples e poderosa: conectar o que o Amazonas tem de melhor (seus produtos naturais) com a tecnologia industrial para gerar valor agregado.

Pedro Monteiro deixou claro que sua estratégia passa pela união. "O foco dessa gestão será associar cada vez mais para aumentar a representatividade. Hoje já temos 20 associados, nossa meta é chegar pelo menos a 50 ou a 60 até o final deste mandato", afirmou o presidente.

Para Monteiro, a indústria de alimentos não apenas produz bens de consumo, mas é um motor de transformação social. "A indústria de alimentação tem crescido bastante e o nosso papel é defender os interesses econômicos para que ela gere cada vez mais emprego, mais riqueza e valor para a sociedade amazonense", ressaltou.

Uma trajetória marcada pelo legado

O novo mandato de Monteiro é, também, uma homenagem ao seu próprio passado. Com 40 anos de idade e uma trajetória que começou cedo, aos 16, ele carrega o ensinamento do pai como combustível para o trabalho sindical.
"Meu pai foi um grande incentivador. Desde cedo, ele me mostrou a importância de estarmos unidos. Quando a indústria está unida, isso gera desenvolvimento para o estado do Amazonas e uma série de repercussões positivas", relembrou, emocionado.

Presença de peso

O evento foi prestigiado por nomes de peso que compõem o ecossistema produtivo do Amazonas. Entre os presentes, destacaram-se:

* Antonio Silva, presidente da FIEAM;
* Ralph Assayag, presidente da CDL Manaus;
* Bruno Loureiro Pinheiro, presidente da ACA;
* Gustavo Igrejas, secretário de Estado (Sedecti);
* Lúcio Flávio, presidente executivo do CIEAM;
* Além de representantes do SESI, SENAI, IEL, empresários e lideranças do setor.

A união dessas entidades em torno da gestão de Monteiro reforça o otimismo para o triênio 2026-2029. Com foco em capacitação, consultoria e uma representação institucional cada vez mais forte, o SIAM promete não apenas acompanhar o crescimento da indústria alimentícia, mas liderar a mudança que o Amazonas precisa para se tornar uma referência nacional em bioeconomia.