“Bandido bom é bandido morto”

O Povo de bem esta cansado de demagogia barata, o cidadão de bem do Brasil não se
importou com a morte de um traficante, pelo contrario viu um país cumprindo a Lei e
executado um traficante brasileiro da mais alta periculosidade.
Quem vai para a Indonésia com a mala cheia de droga, nesse caso as “Asas”, sabe que
se for “pego” a punição é a morte, então por que arriscar. Claro muito dinheiro e alguns
anos de vida tranquila, no bem bom com muita ostentação, tudo isso em detrimento de
famílias de jovens e adultos que se deixam levar pelo vicio.
“Pena de Morte”, não tenho opinião formada sobre o assunto, mas a Indonésia tem,
então amigos, quem arrisca ter uma vida de luxo através desse artifício, o trafico de
drogas e para um país onde as leis são rígidas, não da valor a vida e nem muito menos à
família.
O povo brasileiro não esta nenhum pouco indignado com a atitude do presidente
daquele país, porém, em contrapartida, repudia a atitude da presidente da República,
Dilma Rousseff (PT), que prestou - se ao ridículo papel de pedir clemencia ao bandido.
O resultado não poderia ser diferente: constrangimento de ter sido ignorada,
explicitando a insignificância internacional de seu Governo. Diferentemente do
que distorcem na mídia, não se tratava de dar uma segunda chance a um coitado,
arrependido, que cometia seu primeiro deslize.
Pelo contrario, pesquisei e descobri que Marco Acher era traficante das antigas (iniciou
a “carreira” nos anos 80), foi preso e liberado algumas vezes, passou a agir no tráfico
internacional, e já havia entrado em diversos países, sempre carregando drogas,
inclusive na própria Indonésia. Tinha absoluta ciência dos riscos que estava correndo.
Após ser preso, desacreditando que sua pena seria levada a cabo, tirou sarro do
episódio, gabando-se de ser o “David Cooperfield” dos traficantes, em alusão às
diversas incursões com entorpecentes, nos mais variados continentes, sem despertar
a suspeita dos policiais. Tanto fez que seu último número acabou por ser o do
“desaparecimento”.
Assim como ocorre com presidiários brasileiros, que costumam colocar a bíblia
embaixo do braço após “a casa cair”, o “arrependimento de Acher nada tinha a ver com
o crime cometido, mas pelo fato de estar a beira de ser executado.
O agora morto por fuzilamento nunca teve clemência das famílias que destruiu, das
vítimas que prejudicou, nem dos países que invadiu.
