Facções ameaçam presidente do Boi Garantido
Depois de ser acusado de fazer chantagem ao Governo do Estado ao anunciar, que senão recebesse mais verba, cerca de R$ 2 milhões não colocaria o Boi na arena esse ano, o presidente do Garantido Antônio Andrade teria recebido ameaça de facções criminosas.
Ele revelou as ameaças em entrevista ao radialista Gil Gonçalves, da Rádio Clube de Parintins. Ele contou que até a titular da tesoureira do bumbá, Ana Miranda foi ameaçada, mas o alvo principal seria o próprio presidente e a família. Informações dão conta que os familiares do dirigente, estão limitando as saídas de casa e só o fazem com segurança.
Miranda, a vice-presidente do Garantido, Ida Silva e Djanne Senna, da Direção Geral de Espetáculos (DGE). Que também participaram de uma entrevista na mesma rádio tentaram esclarecer a carta de pires na mão enviada às autoridades. Eles disseram que o documento era apenas para Governo do Estado,
Prefeitura de Parintins, Maná Produções e TV A Crítica, que movimentam patrocínio e organização do Festival Folclórico., mas o governador reagiu duramente e chegou a dizer que não aceita “faca no pescoço”.
Segundo eles Antonio Andrade já havia revelado a ameaça de morte, nos bastidores e que o motivo seriam os atrasos nos pagamentos dos trabalhadores que preparam o bumbá para a arena.
A hipótese é de que traficantes tenham devedores com pendências, que dependem desse dinheiro, ou mesmo que haja entre eles torcedores fanáticos insatisfeitos. As facções criminosas que ameaçam o presidente, segundo fontes de Parintins, são o Comando Vermelho (CV) e a Família do Norte (FDN), que se alastram por todos os Municípios do interior.
A carta enviada aos dirigentes do Festival repercutiu de forma muito negativa e, várias vezes, durante a entrevista, Andrade lamentou o vazamento do conteúdo. Ele se recusa a renunciar ao mandato
