Presidente do Garantido ameaça não colocar o Boi na Arena
Falando em colapso, calamidade e até ameaça de morte e o presidente do Boi Garantindo Antônio Andrade deu prazo de 24 horas para o governo resolver a situação financeira da agremiação
Ele oficializou a chantagem contra o Governo do Amazonas, organizador do Festival Folclórico de Partintins através de um documento.
O dirigente ameaça não colocar o boi na arena, caso o governo não auxilie a agremiação a resolver problemas financeiros desta temporada.
No documento (ofício 65), enviado ao secretário de cultura Março Apolo, ele diz que “a diretoria precisou tomar duas decisões imediatas”:
Realizar a apresentação no Festival Folclórico de Parintins 2023 com sérias dificuldades de naturezas diversas, principalmente financeiras;
Efetivar o pagamento de todos os recursos humanos envolvidos na construção do Boi 2023.
Ele acrescentou “Somente uma dessas opções poderia ser tomada, dada a escassez pecuniária atual”.
O documento fala ainda que a diretoria foi obrigada a tomar tal decisão, para evitar colapso, calamidade e até morte.
“Diante do cenário e dessas alternativas, fomos obrigados a seguir pela segunda opção, oou seja, pagar todos os funcionários do Bumbá. Isso implica a ausência de condições de nos apresentarmos nas três noites do Festival. Objetiva-se, assim, não só o pagamento dos trabalhadores, mas também evitar o colapso que se aproxima em caso de não cumprimento do acordado com nossos artistas em geral. Trata-se de calamidade iminente, com direito a ameaças de morte e cenário de caos social que deverá afetar não somente o Boi Garantido, mas a cidade de Parintins como um todo”. 
