Com sua luta marcada no UFC Pezão diz que “sabem que não entro para brincar”

O UFC definitivamente aprecia o trabalho de Antônio Pezão. Do contrário, o peso-pesado brasileiro não ganharia tantas opotunidades de fazer a luta principal de um card. O duelo deste sábado, contra Andrei Arlovski, já seria especial por ser na casa dele, que nasceu em Brasília e morou na cidade até os 10 anos de idade. Mas também será a quarta vez, em seis combates, que Pezão é escalado para um evento principal na organização - as anteriores foram contra Travis Browne, Cain Velásquez e Mark Hunt. Ele próprio admitiu surpresa com a nova chance e explicou o porquê de ser tão empolgante para o Ultimate:
- Eu pedi para lutar nesse card, mas não imaginava que seria evento principal. Pedi só a luta, para mim não importava se seria a primeira luta da noite. Eu queria simplesmente lutar, é o que amo fazer. Mas graças a Deus o UFC me deu a oportunidade de fazer mais um evento principal. Eles sabem que sou um lutador que não entra para brincar, para levar a luta para a decisão. Tento dar sempre o meu melhor, independentemente de resultado, e agora vai ser mais uma - disse, em entrevista ao Combate.com.
