Fla tenta repatriar Robinho para resolver crise dentro e fora do campo.

O Flamengo vive realmente um momento complicado internamente. No campo a 16ª posição no Campeonato Brasileiro incomoda e fora dele o momento político é quente.
Para tentar diminuir ambos os problemas, a diretoria rubro-negra autorizou o atual vice-presidente de relações externas, Plínio Serpa Pinto, que está na Itália para compromissos com a Brasil Brokers, empresa cuja qual é presidente, a iniciar negociações com o atacante Robinho, do Milan (ITA).
Em janeiro, o Flamengo chegou a negociar de maneira avançada com Robinho, no entando o vice de finanças, Rodrigo Tostes, vetou a negociação por conta do alto valor. Adriano Galiani, diretor de futebol do Milan, pediu 6 milhões de euros (R$ 18 milhões na época), valor que seria impossível de ser pago pelo Rubro-Negro. No entanto, como Robinho passou a ser reserva e praticamente não entrar mais nas partidas, a cúpula do Fla acredita que os valores sejam bem menores hoje em dia.
O espaço dado a Plínio Serpa Pinto mostra a intenção do que tem sido chamado nos corredores da Gávea de "o novo Flamengo", no qual o vice de relações externas teria muito mais espaço no Rubro-Negro, podendo até mesmo assumir o cargo de vice de futebol, atualmente ocupado por Wallim Vasconcellos.
