Foto Divulgação

 

  “Quero chamar a atenção para os espaços abandonados , mostrando a cidade aos que transitam e não a percebem pela correria do dia a dia das pessoas.”, explica a professora da UEA, Raíssa Costa, que montou um espetáculo de dança sobre o tema que é um dos produtos de conclusão do doutorado na UNICAMP. 

A pesquisa de doutorado que vem sendo realizada no Programa de Artes da Cena da UNICAMP busca reflexões e experimentos artísticos baseados na relação corpo-espaço em espaços abandonados da Cidade de Manaus, entendendo que o corpo e o espaço estão coimplicados (envolvidos juntamente, que não se separam no processo) em uma troca mútua ressignificando o entorno. “visitamos  casas abandonadas, e fomos a um antigo complexo do lado do Porto de Manaus que agora é um estacionamento”, contou.
    Neste sentido, o espetáculo de dança “Enlugar” trata da relação do corpo com as coisas, com o ambiente, com o tempo, com o espaço, com outros corpos e com o movimento, revelando diferenças de potencial e assimetrias, produzindo desequilíbrios conflituosos que se desdobram em sensações, movimentações e transformações constantes em cena.

RESUMO CARREIRA

Pesquisadora, professora, fisioterapeuta e bailarina natural de Manaus, iniciou sua carreira na dança aos 6 anos de idade. É Doutoranda em Artes da Cena na UNICAMP, mestra em Letras e Artes pela UEA, especialista em Biomecânica e Graduada em Dança (UEA) e Fisioterapia (UNINORTE). Pesquisadora na área de artes e biomecânica aplicada à dança, faz parte do corpo docente do curso de Dança da Universidade do Estado do Amazonas - UEA desde o ano de 2012, integrou o Corpo de Dança do Amazonas - CDA como bailarina por 2 anos e atualmente é diretora da Companhia e Grupo de pesquisa Enlugar Arte e Movimento.


Coluna Ari Mota

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